Esta foi a minha estreia na obra de Jack London, apesar de o livro ter sido completado por Robert Fish, já que London o deixou incompleto.
Tinha-o na mesinha desde há um mês, mas a recente maternidade não me tinha permitido ainda dedicar-me a ele. Nos últimos dias, entre as birras de cólicas que têm assaltado a casa, li avidamente este "Agência de Assassinos".
Tocando, pelo menos para mim, o "non sense" e até a caricatura, levou-me a pensar muito em algo que falta genericamente: a coerência, a fidelidade aos princípios que nos regem ou mesmo, in extremis, a capacidade de identificação desses mesmos princípios.
Tinha-o na mesinha desde há um mês, mas a recente maternidade não me tinha permitido ainda dedicar-me a ele. Nos últimos dias, entre as birras de cólicas que têm assaltado a casa, li avidamente este "Agência de Assassinos".
Tocando, pelo menos para mim, o "non sense" e até a caricatura, levou-me a pensar muito em algo que falta genericamente: a coerência, a fidelidade aos princípios que nos regem ou mesmo, in extremis, a capacidade de identificação desses mesmos princípios.
Gostei, muito, li avidamente, como há muito não lia um livro, esquecendo, por ele, o cansaço patrocinado pelas cólicas do meu recém-nascido :P
