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quarta-feira, 9 de abril de 2008

A Rapariga Que Roubava Livros, Markus Zusak

Estou a terminar a leitura deste livro (o do mês marcha no fim de semana). Foi um dos comprados por acaso, nas nossas incursões à fnac, ruinosas para o orçamento familiar, mas boas para a alma. Este parece giro. E pronto, veio.

Nas primeiras páginas quase dei por mal gasto o dinheiro, porque me parecia que a história nem avançava, nem fazia grande sentido. Não podia estar mais enganada.

É um livro muito bonito. Um livro sobre a vida, narrado pela morte, um livro sobre a humanidade, no tempo das trevas, um livro sobre a alegria em tempo de tristeza, sobre as pequenas grandes coisas. E é um livro sobre o amor aos livros, às palavras.

Tem por pano de fundo a Alemanha nazi em guerra, e conta a história de Liesel, a rapariga que roubava livros, os seus pais adoptivos, o seu amigo Rudy, um rapaz de cabelos cor de limão que queria ser como Jesse Owens, e Max, o pugilista judeu escondido na cave.

É um livro bom para oferecer a adolescentes, lê-se num fôlego. Mas está bem para qualquer idade, os meus 28 anos estão a adorar!